aqui serão postados meus pensamentos,meus dilemas,ou qualquer coisa que me venha a mente,o objetivo desse blog é descarregar tudo que absorvo e tudo que penso,não estarei escrevendo para algum público,só quero esse espaço para expor meus''delírios conscientes''.
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quarta-feira, 30 de março de 2011
o maldito superficialismo
Apenas aceitar comprar roupas dadas como ''de marca'', querer malhar com o único objetivo de atrair pessoas pelo seu corpo(demagogias a parte 90% das pessoas que malham tem apenas esse intuito), esses são exemplos tirados do nosso dia-a-dia do quanto somos superficialistas, e apesar de também ser vaidoso e compartilhar de algumas dessas coisas,pelo menos sou uma pessoa mentalmente lúcida e sei do quão banal são essas preocupações exageradas com a beleza.Mas o que me irrita nessa situação, e é o motivo por eu estar escrevendo sobre isso, são as pessoas demasiadamente superficialistas, vivendo em torno de banalidades, como uma aparencia física, não é dificil encontrar pessoas se vangloriando por ter um corpo bonito, sendo que isso não é o problema, e sim achar que isso basta e que significa alguma coisa.Ok, isso o deixará atraente fisicamente de acordo com os padrões de beleza da sociedade e consequentemente essa pessoa conseguirá se destacar em ambientes onde o objetivo é unicamente o ''pegar mulher'' (falando pelo lado masculino da coisa) sem nem conhecer a tal mulher.Eu sei, isso é um estilo de vida, muito adotado até, agora, apenas lhes proponho a seguinte reflexão: vale mesmo a pena? você ter um corpo bonito e uma mente oca é algo a se orgulhar? Por mais que os pequeniníssimos''objetivos de vida'' dessas pessoas com esse estilo de vida sejam alcançados,considero muito desprezível viver em torno disso, tanto que queria me desprender completamente desse superficialismo que está transbordando em nossas vidas, e não me preocupar minimamente com beleza, sendo atraente apenas pelas minhas supostas características internas, como inteligencia e afins.Mas infelizmente não consigo, não completamente.Para finalizar,deixo um ultimo conselho para meus queridos colegas acéfalos que acham que são alguém por ter um bracinho grande e com não sei quantos centímetros: em vez de se preocupar unicamente em desenvolver seus musculos, tentem também desenvolver seus cérebros,ok?
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
muito além do cidadão kane?
Bom, primeiramente a explicação do post,tem o mesmo nome de um documentário(que infelizmente ainda não vi) produzido pela bbc de londres que compara o personagem vivido por Orson Welles ao que a rede globo representa aqui no brasil, com a comparação focando especialmente Roberto Marinho, fundador da rede globo.Mas o que está em questão aqui não é o documentário e sim o que levou a ele ser feito.
Assim como nosso querido Charles Foster Kane, a globo monopoliza os meios de comunicação no brasil, e tem influência direta em assuntos que não deveriam ser da conta dela, mas por incrível que pareça isso não é o pior , o pior mesmo é facilidade da globo em influenciar na sociedade, direcionando seus pontos de vista e acostumando a população para o que eles querem, pois é assim no brasil, há a cultura quase ''homer simpsiana'' de ser manipulado pela toda poderosa da mídia brasileira.
Um grande exemplo disso que estou falando é o BBB, que a cada ano só desce ainda mais o nível e parece que a medida que isso acontece só aumenta a quantidade de telespectadores, o que é uma coisa triste, pois quem já viu o programa por 1 minuto que seja percebeu que é um grande festival de promiscuidade,funciona assim: eles colocam pessoas que estão dentro do grupinho tolerável por eles (mulheres gostosas acéfalas, homens fortes acéfalos, transexual, homossexual.. etc), tudo com o único objetivo de dar audiência, e o pior é que conseguem e muita, por isso é tão rentável pra eles o BBB, é lamentável o grande apreço do publico brasileiro por um programa tão ruim como esse, mas como estava dizendo no início, encher a globo de dinheiro nem é a pior coisa, e sim como esse programa implanta a cultura de achar que é normal a banalização do corpo humano tantas vezes vista no programa, pois afinal de contas é algo visto por crianças (se bem que no brasil adultos e crianças parecem ser igualmente fáceis de manipular), logo passa a ser preocupante o que pode acontecer nas gerações futuras.Aí podem dizer que é conservadorismo meu e tal, mas sinceramente, isso não é ser conservador,isso é querer valorizar o ser humano, e não suportar ver o rebaixamento da nossa espécie a animais irracionais como vemos por aí nos BBBs da vida, pois é realmente uma pena ver o que resta de nossos ''valores'' destruidos por um pouco de audiência e consequentemente dinheiro nas mãos de roberto marinho e cia.
sábado, 27 de novembro de 2010
A relevância e a irrelevância humana
Ao mesmo tempo em que somos interminavelmente irrelevantes em relação ao universo ao nosso redor, somos exaltados por nós mesmos à condição de espécie com a vida mais relevante, o que é perfeitamente compreensível, pois somos a espécie superior e por mais que a morte de um animal objetivamente falando tenha o mesmo valor que uma morte humana, a segunda hipótese é muito mais relevante a nós. A relevância de uma vida para outra pessoa é uma questão de proximidade, quanto mais próximo se é dessa pessoa que faleceu, maior será a maneira como isso lhe abalará, por isso que ainda escutamos coisas do tipo: ''morrem dez homens em confronto...'', essa falta de importância dada àquelas vidas é resultado da falta de proximidade de quem está dizendo e ouvindo a notícia. toda essa contradição me fez chegar a um impasse, o que seria o mais certo: tender para a irrelevância ou a relevância da vida? pois bem, minha conclusão foi que o ideal seria a valorização da vida, até porque ela é tudo que temos, porém o ''mais certo'' (ou mais sensato) seria a tender para a irrelevância, e sendo assim, pela primeira vez acho um resultado bom gerado pela falta de realismo de nossa gloriosa espécie,
viva a nossa burrice e viva a supervalorização de nossas vidas!
viva a nossa burrice e viva a supervalorização de nossas vidas!
sábado, 6 de novembro de 2010
arte da convivência social
''convivência social é uma arte, com certeza eu não sou um artista.''
Esta frase(que é de minha humilde autoria) retrata com perfeição minha situação quanto a convivencia social, apesar de conseguir me virar relativamente bem nos grupos de pessoas com quem convivo, a convivência social em si é muito complicada, não só para mim mas para a humanidade em geral, acho que na frase acima poderia trocar o ''eu não sou'' pelo ''nós não somos'', sem estar cometendo nenhum erro, pois por mais que hajam muitos que parecem especialistas nisso, também devem encontrar alguma dificuldade.Percebemos isso nos grandes grupos no qual você sabe que vai precisar conviver naquele ambiente com aquelas pessoas em um longo período, isso cria um ambiente todo peculiar sendo resultado das pessoas que nele habitam, tendo suas próprias ''regras'' informais, por mais que não haja regra nenhuma, e o que mais dificulta a convivência nesse contexto é que geralmente a maioria das pessoas do grupo não lhe é íntima, nisso se cria uma necessidade em todos de tentar agradar o máximo aos integrantes do grupo, para ter uma bela imagem entre eles, o que torna o ambiente repleto de situações artificiais e falsas, não que eu tenha algo contra as pessoas serem simpáticas, mas sorrisos demais e para todos é algo que me irrita, e tudo por um objetivo idiota e hipócrita, afinal de contas o que significa a opinião de pessoas que você mal conhece sobre você? aí podem responder '' ah, é a imagem social e blá, blá, blá..''.sinceramente, por mais que todos nós nos preocupamos com a imagem social, se pararmos para pensar seu significado é irrelevante(mais até do que nós mesmos), e essa nossa preocupação em demasia com isso é lastimável(me incluo quando falo isso também). Sábio seria aquele que não ligasse para essas coisas inúteis, ou seja, não há sábios na sociedade moderna
Esta frase(que é de minha humilde autoria) retrata com perfeição minha situação quanto a convivencia social, apesar de conseguir me virar relativamente bem nos grupos de pessoas com quem convivo, a convivência social em si é muito complicada, não só para mim mas para a humanidade em geral, acho que na frase acima poderia trocar o ''eu não sou'' pelo ''nós não somos'', sem estar cometendo nenhum erro, pois por mais que hajam muitos que parecem especialistas nisso, também devem encontrar alguma dificuldade.Percebemos isso nos grandes grupos no qual você sabe que vai precisar conviver naquele ambiente com aquelas pessoas em um longo período, isso cria um ambiente todo peculiar sendo resultado das pessoas que nele habitam, tendo suas próprias ''regras'' informais, por mais que não haja regra nenhuma, e o que mais dificulta a convivência nesse contexto é que geralmente a maioria das pessoas do grupo não lhe é íntima, nisso se cria uma necessidade em todos de tentar agradar o máximo aos integrantes do grupo, para ter uma bela imagem entre eles, o que torna o ambiente repleto de situações artificiais e falsas, não que eu tenha algo contra as pessoas serem simpáticas, mas sorrisos demais e para todos é algo que me irrita, e tudo por um objetivo idiota e hipócrita, afinal de contas o que significa a opinião de pessoas que você mal conhece sobre você? aí podem responder '' ah, é a imagem social e blá, blá, blá..''.sinceramente, por mais que todos nós nos preocupamos com a imagem social, se pararmos para pensar seu significado é irrelevante(mais até do que nós mesmos), e essa nossa preocupação em demasia com isso é lastimável(me incluo quando falo isso também). Sábio seria aquele que não ligasse para essas coisas inúteis, ou seja, não há sábios na sociedade moderna
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
cansado de correr na direção contrária...
É com esse trecho da música ''o tempo não para'' do cazuza que começo meu post, por achar ele ideal para descrever o momentos que passo constantemente.Não, eu não vou mudar de opinião, mas ás vezes cança, por mais que eu saiba suportar, é complicado nadar contra a correnteza imposta pela sociedade, você é quase que obrigado a seguir um comportamento dado como ''comum'' de acordo com o grupo social que pertence, e se não o tem, é logo bombardeado por todas as contestações (por parte dos ''comuns'') que isso gera. fugir do padrão imposto te exclui e não precisa ser totalmente radical contra padrões para ser dado como diferente, eu por exemplo sigo alguns padrões, até pela necessidade que tenho de ter uma vida social,apenas me nego a seguir alguns deles e já sou dado como ''diferente'', fico imaginando como eram tratados socialmente genios da descrença como nietzsche e schopenhauer, com certeza eram vistos como insanos e talvez fossem mesmo, até pelo grande poder de enlouquecer dessa palavra que citara a pouco, que é a descrença. para mim já é possível sintir esse potencial com o pouco que tenho dela (em relação à pessoas como nietzsche), na dose que esses filósofos tinham, a loucura deveria ser inerente a eles.Para finalizar, por mais cansado que possa estar, não vou sucumbir à pressão por ser comum, ainda tenho esperanças nas pessoas admirarem o ''diferente'' ( o que prefiro chamar de ''mais sensato'' já que usar calças laranjas também é ser diferente).
domingo, 31 de outubro de 2010
sociedade dos atores
um conjunto de atores encenando uma grande peça, é isso o que somos. Uma peça que ocorre sem ensaios,sem nos permitir erros, em que cada ator interage com os outros, cada um com seus diferentes personagens, cada hora interpretando um deles.Ocorre assim: se a situação muda, o personagem também.Não há como fugir disso, sempre adotamos uma postura de acordo com os atores ao nosso redor, hora mudamos por necessidade, hora por vontade própria, mas isso não importa, o resultado é o mesmo. É como um filme, os personagens estão de acordo com o gênero em questão. Não temos simplesmente a nossa personalidade e a seguimos não importa a situação, somos extremamente maleábeis, nos enquadramos de acordo com nossos interesses, claro que alguns são melhores nisso do que outros, o que muda é a quantidade de personagens que o ator consegue interpretar, mas até o menos habilidoso ator tem lá seus poucos personagens.E quanto mais personagens se interpreta, maior o sucesso social, maior a quantidade de atores que se consegue agradar.Por isso que não gosto dos grandes atores, prefiro os péssimos atores que agradam a poucos,por serem mais humanos e mais verdadeiros.Porém, por mais que eu não goste, funciona assim, e no final das contas não passamos de uma sociedade de atores.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
necessidade do desnecessário
''As coisas que você possui acabam te possuindo.
Você só é realmente livre após perder tudo.
Pois ai nao terá o que perder, e, enfim,se encontrará livre.'' (Tyler durden- clube da luta)
Você só é realmente livre após perder tudo.
Pois ai nao terá o que perder, e, enfim,se encontrará livre.'' (Tyler durden- clube da luta)
esse post é para falar dessa nossa terrível mania de consumismo, e se tratando desse tema, utilizarei os pensamentos de tyler durden(personagem do filme clube da luta interpretado por Brad Pitt) que é para mim um dos melhores personagens já criados e apesar de sua excentricidade propositalmente dada ao personagem, concordo com muitos de seus pensamentos.
As frases de tyler sempre mostram sua completa aversão ao consumismo e sua decepção com a sua geração que segundo suas palavras é uma geração criada pelos comerciais e sem peso na história. ele defende uma tese de que precisamos do que ele chama de autodestruição que é se tornar ''livre'', o que é conseguido só depois de perdermos tudo.apesar de não praticar isso, concordo que talvez seja o que precisamos, pois apenas conhecendo o fundo do poço é que passamos a dar mais valor as coisas, para ai sim podermos nos contentar tendo apenas o que realmente precisamos, acabando assim com essa nossa necessidade do desnecessário.
sábado, 23 de outubro de 2010
geração foda-se
pra que se importar quando é mais fácil se omitir? pra que protestar se pra você a situação está boa? pra que questionar se o conformismo parece tão confortável? pra que solidariedade quando o egoísmo é mais proveitoso? pra que amor se há o dinheiro? pra que continuar mudando o mundo se outros já fizeram isso? pra que? essa é a geração foda-se, é com muito desgosto eu digo que faço parte dela.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
é bom ser medíocre?
já pararam para pensar sobre a nossa juventude atual?
Acredito que uma juventude que admira pessoas medíocres, está longe de ser a ideal, pois é isso que ocorre, o que é admirado nessa juventude é o ser escroto, e quanto mais escroto, mais respeitado você é.
A coisa funciona assim: o objetivo de todos é ser popular, e para ser popular tem todo uma maneira de agir, você não pode ser educado, você tem que ser muito escroto e assim acontece, todos os populares incorporam esse modo de agir e eles se sentem no topo da hierarquia da sociedade, muito em função da enorme quantidade de pela saco existente e principalmente, pela enorme quantidade de mulheres que idolatram esses caras, permitindo que eles achem que agir dessa forma é bom.
O que me deixa mais sensibilizado é saber que esses que se acham os ''fodões'' são na verdade pessoas medíocres, dignas de pena, e pena, aliás, é o único sentimento que consigo sentir por eles.Só não sei de quem eu sinto mais pena: deles ou das mulheres que apoiam esse tipo de comportamento, pois se não fossem elas para valorizar esses caras, com certeza eles não agiriam assim, e teríamos um mundo muito melhor sem esse tipo de gente
Acredito que uma juventude que admira pessoas medíocres, está longe de ser a ideal, pois é isso que ocorre, o que é admirado nessa juventude é o ser escroto, e quanto mais escroto, mais respeitado você é.
A coisa funciona assim: o objetivo de todos é ser popular, e para ser popular tem todo uma maneira de agir, você não pode ser educado, você tem que ser muito escroto e assim acontece, todos os populares incorporam esse modo de agir e eles se sentem no topo da hierarquia da sociedade, muito em função da enorme quantidade de pela saco existente e principalmente, pela enorme quantidade de mulheres que idolatram esses caras, permitindo que eles achem que agir dessa forma é bom.
O que me deixa mais sensibilizado é saber que esses que se acham os ''fodões'' são na verdade pessoas medíocres, dignas de pena, e pena, aliás, é o único sentimento que consigo sentir por eles.Só não sei de quem eu sinto mais pena: deles ou das mulheres que apoiam esse tipo de comportamento, pois se não fossem elas para valorizar esses caras, com certeza eles não agiriam assim, e teríamos um mundo muito melhor sem esse tipo de gente
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
política: demagogia no controle da sociedade
.
o que será maior:
o nojo do Serra ao ''beijar'' a mulher acima ou o nojo que eu sinto pela política em geral?
Sinceramente não sei responder a pergunta acima, mas posso expressar a minha opinião a
respeito dos governantes do país.
Você pode achar que estou exagerando ao falar que sinto nojo pela política, mas não estou, a minha sensação quanto a ela é de profunda repugnância, por tudo que ocorre em seus bastidores: o jogo de interesses, a falsidade explícita de suas campanhas, o jeito como usa a população carente como instrumento, é tudo de um nível tão baixo, que me leva a crer que a demagogia seja inerente à política.
Mas agora você deve estar se perguntando que modelo de governo que apoio já que sou contra a essa república democrática que vivemos.Acho que colocar o controle na mão de poucos estará sempre sujeito a acontecer esse tipo de coisa, pois o egoísmo faz parte da natureza humana, por isso que considero o anarquismo a forma de governo ideal, por mais que seja uma utopia de minha parte achar que ele pode dar certo.
domingo, 17 de outubro de 2010
paradigma da religião
''O Homem inventou Deus para poder viver sem se matar.'' (Fiódor Dostoiévski)
Esse post é para mostrar a minha opinião sobre esse que é o maior instrumento de controle de população da história da humanidade.
Meu paradigma consiste no seguinte: sou ateu agnóstico e tenho uma certa aversão às religiões em geral(apesar de respeitá-las), pelo jeito como impediu o avanço da humanidade e impede até hoje; as guerras que mais mataram, tem teor religioso; a religião sempre foi o maior aliado do absolutismo para controlar a população...etc. Apesar disso,sei que um mundo sem religião, seria impossível, por mais que eu não precise dela, as populações em geral precisam, e é inegável o papel fundamental que ela tem para a população leiga, que carece de conforto,pois essas pessoas precisam se apegar a algo e a vida delas sem fé passa a não ter sentido seria um sofrimento sem recompensa, esse meu pensamento pode ser muito bem ilustrado pela frase acima.
para finalizar,em um mundo utópico em que as pessoas só carecessem de conhecimento a religião seria descartável, mas no nosso em que as pessoas carecem de conforto ela é necessária.
Esse post é para mostrar a minha opinião sobre esse que é o maior instrumento de controle de população da história da humanidade.
Meu paradigma consiste no seguinte: sou ateu agnóstico e tenho uma certa aversão às religiões em geral(apesar de respeitá-las), pelo jeito como impediu o avanço da humanidade e impede até hoje; as guerras que mais mataram, tem teor religioso; a religião sempre foi o maior aliado do absolutismo para controlar a população...etc. Apesar disso,sei que um mundo sem religião, seria impossível, por mais que eu não precise dela, as populações em geral precisam, e é inegável o papel fundamental que ela tem para a população leiga, que carece de conforto,pois essas pessoas precisam se apegar a algo e a vida delas sem fé passa a não ter sentido seria um sofrimento sem recompensa, esse meu pensamento pode ser muito bem ilustrado pela frase acima.
para finalizar,em um mundo utópico em que as pessoas só carecessem de conhecimento a religião seria descartável, mas no nosso em que as pessoas carecem de conforto ela é necessária.
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